Lágrimas no Assoalho
de Jairo Vianna Ramos
Projeto gráfico: Victor Burton
Capa: Folio Design
De: R$ 33,00    
Por: R$ 26,40 + Envio   Comprar
Num. de Pág. 160   Categoria: Brochura
A coleção Novo Conto Novo, lançada em 2000 pela editora Bom Texto, tem trazido à cena da literatura brasileira novos autores com os mais variados estilos. Jairo Vianna Ramos, o décimo autor lançado pela coleção, optou pela diversidade, presente tanto nas diferentes temáticas dos contos que compõem o livro quanto na linguagem.

Em alguns contos, o que permeia a narrativa é o sentimento de solidão, transmutado em personagens que possuem um olhar diferente sobre a vida. Outro tema bastante presente neste livro é a família. A mulher, desvelada na opressão que sofre em nossa sociedade, é agente de sua própria libertação – seja de forma intempestiva, como no conto que dá título ao livro, ou reflexiva, como em “Borboletas Plastificadas”. Por vezes, como em “O Gari”, o autor busca apontar as contradições por que passam a família contemporânea; em outros contos, ela ocupa um lugar congregador, acolhedor, constituindo o elo necessário para a formação moral do indivíduo.

O tempo é um elemento tão poderoso na narrativa de Jairo Vianna, que em alguns contos quase se transforma em um personagem. Se algumas histórias são balizadas por tempos muito curtos, insinuando uma crônica, outras abarcam o período de quase uma vida inteira. E é nessa longa passagem de tempo que são reveladas as transformações vindas com a maturidade, ou com o ocaso da vida.

Entretenimento ou reflexão? Lágrimas no assoalho é um daqueles livros cujo texto flui, com leveza. Sem deixar, no entanto, de nos fazer pensar sobre o mundo em que vivemos.

O Autor

Jairo Vianna Ramos nasceu na cidade de Niterói, em 1951. É juiz do trabalho de Guaxupé, município do sul de Minas. Foi vencedor do 38º Concurso de Contos de Paranavaí (Femup) com “Ângela e o Metrônomo” e recebeu diversas menções honrosas, inclusive com “O Tatibitate, o Binóculo e o Cinzeiro”, no 18º Concurso de Contos Paulo Leminski. Seu conto, “O Alvorecer das Formas”, foi premiado em primeiro lugar e incluído no livro Prêmio prefeitura de Niterói: VI Concurso Municipal de Conto, lançado no ano de 2008. Lágrimas no assoalho é o seu primeiro livro.

   
Maria Quitéria, 32
Capa e projeto gráfico: Folio Design
De: R$ 39,00    
Por: R$ 31,00 + Envio   Comprar
Num. de Pág. 208   Categoria: Capa dura
Em comemoração aos seus setenta anos, Miriam Mambrini lança livro que reúne 27 crônicas. O título da obra, Maria Quitéria, 32, foi inspirado no endereço da casa onde nasceu, cuja foto estampa a capa. Embora as histórias sejam baseadas em lembranças de sua infância e adolescência, a autora não as considera autobiográficas: “A memória é traiçoeira, guarda o que quer, despreza o que não quer e, ao longo do tempo, vai [...] criando uma realidade diferente. [...] Este é um livro de ficção, embora fale de mim e dos meus.”

As crônicas remetem o leitor à Ipanema dos anos quarenta e cinqüenta e às descobertas, alegrias e dores típicas do amadurecimento de uma menina: os passeios na praça Nossa Senhora da Paz, o ingresso no colégio Jacobina, as férias em Petrópolis, as brincadeiras de teatro com as amigas, as idas ao Cinema Pirajá com a mãe e o irmão, as paqueras, as primeiras perdas, a vocação para a literatura, as reuniões de família etc. Miriam reconstrói com maestria os acontecimentos da época, que fazem o pano de fundo das histórias, além de retratar fielmente os hábitos, músicas, filmes, heróis, livros, programas de rádio e de tevê de sua geração.

Na autora madura de hoje, ainda habita a menina de sua infância: “A Ipanema dos anos quarenta e a menina de tranças continuam onde sempre estiveram. Basta querer, que as encontro.” Afinal, não carregamos todas as idades dentro de nós?

A Autora

Miriam Mambrini nasceu em 20 de junho de 1938. Formada em Línguas Neolatinas pela PUC-Rio, exerceu o magistério, colaborou na revista Ficções e, como escritora, recebeu diversos prêmios literários, entre os quais o primeiro lugar na categoria Contos do Concurso Stanislaw Ponte Preta (1991), com “Taxidermia”. É autora de O baile das feias (contos, Obra Aberta, 1994); Grandes peixes vorazes (contos, 7Letras, 1997); A outra metade (romance, 7Letras, 2000); As pedras não morrem (romance, Bom Texto, 2004) e O crime mais cruel (romance, Bom Texto, 2006). Participou das antologias de contos A palavra em construção (1991), Doze autores e suas histórias (Bom Texto, 2003), Contos de escritoras brasileiras (Martins Fontes, 2003) e 30 mulheres que estão fazendo a literatura brasileira hoje (Record, 2005, seleção de Luiz Ruffato). As pedras não morrem foi selecionado pelo PNBE 2006 (Programa Nacional Biblioteca Escola), do MEC, com edição de 35 mil exemplares. Miriam integra o Conselho Consultivo do Instituto João e Maria Backheuser, que leva o nome de seus pais, e tem como objetivo principal implementar projetos sociais na área educacional.

   
Lili vai Surfar
de Leyla Lobo
com ilustrações de Anna Helena Ramos Saicali
e texto de quarta capa de Laura Sandroni
De: R$ 25,00    
Por: R$ 20,00 + Envio   Comprar
Num. de Pág. 24    
Nesta terceira aventura, a nossa amiga Lili continua muito travessa! Dessa vez ela dedica suas férias escolares ao aprendizado do surfe, descobrindo um novo e divertido esporte. Com muita dedicação, ela se torna uma ótima surfista e até participa de um campeonato! O resultado? Só lendo para saber.

Lili vai Surfar é um livro apropriado para crianças até nove anos. Com um texto ágil e encantador, a autora desperta a atenção infantil para questões como a importância do esporte e da educação.

A Autora

Leyla Lobo é poeta e escritora. Nasceu em 7 de janeiro de 1940, no Rio de Janeiro. Publicou os seguintes livros de poesias: Ontem... ainda (1977), Lágrimas, de agora... (1981) e Hai-kais (2004). Na beira da saia, inédito, obteve Menção Honrosa no Concurso Fernando Chinaglia (1977), promovido pela União Brasileira dos Escritores. Em 1979, Ano Internacional da Criança, como representante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, organizou a Biblioteca Infantil Maria Mazzetti, na Casa de Rui Barbosa. Em 2006, publicou seu primeiro livro de literatura infantil, As travessuras de Lili, e em 2007 repetiu o sucesso com Lili no Parque, ambos publicados pela Bom Texto Editora.

   
Passo Trote Galope – uma família e seus cavalos
Capa: Mariane Esberard
De: R$ 49,00    
Por: R$ 39,00 + Envio   Comprar
Num. de Pág. 416   Categoria: Brochura
“Passo Trote Galope” fala de transformações, de realização de sonhos, mas para isso os personagens têm que exercitar o lúdico, arriscar a intuição, ou até mesmo retornar aos tempos da infância. A narrativa nos envolve no silêncio de noites prenhes de estrelas e evoca o cheiro de mato, de terra molhada pela chuva e das frutas nas árvores. E, é claro, fala dos cavalos e de sua simbiose com os seres humanos.

No haras Personal, três mulheres enfrentam, cada uma a seu tempo, os desafios relacionados a seus cavalos de raça e a seus corações. Liana é obrigada a decidir o destino de quarenta e um cavalos e o rumo de sua vida pessoal, em meio à numerosa família – que nem sempre ajuda e às vezes estorva. Suzana, mais impulsiva, tomou decisões erradas e vai precisar da companhia de seus animais para retomar seu equilíbrio e reestruturar sua vida profissional e afetiva. Sandra está bem no meio de uma conspiração que envolve trezentos cavalos abandonados e de um conflito interior para descobrir seus verdadeiros sentimentos.

Nos três capítulos que compõem o romance, Liana, Suzana e Sandra ocupam alternadamente o centro do relato. Com personalidades marcantes, as protagonistas nos conquistam, e passamos a torcer por elas e a fazer parte daquela grande família, com pais, avós, irmãos, tios, primos, sobrinhos, agregados e cachorros.

Escrita numa linguagem coloquial, a história vai-nos envolvendo de tal maneira que, subitamente, temos a sensação de estar no lombo de um cavalo, sobre quatro patas velozes, correndo sem limites, desbravando o desconhecido, ou simplesmente apreciando a paisagem, numa cadência descansada, embalados pelo movimento.

A Autora

Nancy de Lustoza Barros e Hirsch é carioca, formada em arquitetura pela UFRJ e em jornalismo pela Universidade da Cidade, com pós-graduação pela ESPM. Trabalhou em comércio exterior até 1990, quando se tornou criadora de cavalos, e desde então escreve artigos para revistas especializadas.

Entre os autores que mais aprecia estão Agatha Christie, Dick Francis, Jeffrey Archer, Fernando Sabino, Lygia Fagundes Telles e José de Alencar.

“Os cavalos podem transformar a vida de uma pessoa. É maravilhoso poder contar com a força e com a sensação de superação que eles nos transmitem” – afirma Nancy, uma apaixonada por esses animais, que lhe inspiraram a escrever “Passo Trote Galope”, seu primeiro romance.

   
Lunix no mundo da Lua
Projeto gráfico: Beth Dunhofer
De: R$ 18,00    
Por: R$ 14,00 + Envio   Comprar
Num. de Pág. 24    
Lunix, um menino espacial muito curioso e sabido, está sempre dando voltas pelo Universo na sua motonave, procurando desvendar os mistérios intergaláticos. Um dia, ele encontra a Lua, e os dois resolvem dar um passeio juntos ao redor da Terra. Esse passeio reserva grandes surpresas para Lua... Durante o percurso, eles se afastam do Sol, e a Lua fica muito triste por ficar toda apagada. Conhecedor dos fenômenos da Natureza, Lunix a ajuda a entender o porquê de ela ficar sem claridade durante essa fase, ensinando-a como ocorre o ciclo lunar (a viagem da Lua em volta da Terra). Será que a Lua entendeu a explicação de seu amigo?

Sobre a Autora

Vera Lúcia Sarette nasceu no Rio de Janeiro e desde a infância nutre uma paixão pela literatura. Quando criança, adorava ouvir histórias. Na adolescência, seu hobby era escrever. Formou-se em Letras, tornou-se professora escolar e, mais tarde, graduou-se também em Pedagogia. Durante muitos anos, foi responsável pela biblioteca do colégio em que trabalhava. Mais tarde, lecionou Literatura Infantil no curso de Especialização de Professores para o nível pré-escolar.

Vera tem quatro filhos e cinco netos, por enquanto... Seu marido é um contador de histórias nato. Ela pretende continuar escrevendo muitos livros que incentivem o prazer pela leitura nas crianças. Publicou pela Editora Adonis, Americana/SP: Samira, a minhoca de sorte (2005), O chaveiro mágico (2006) e Samira vai ao Parque Ecológico (2007).

Site da autora: http://www.veraseleto.com.br

Sobre o Ilustrador

Heitor Furtado é carioca, graduado em Desenho Industrial pela UFRJ. Atualmente trabalha como programador visual no Rio de Janeiro e, sempre que consegue algum tempo livre nas madrugadas em sua agenda repleta de sol a sol, ele se expressa por meio de suas ilustrações, pinturas e esculturas, que nunca ficam tão boas quanto os próximos trabalhos que pretende fazer...

   
Amanhecer e pôr-do-sol no Rio
Fotos de Sid Bond
De: R$ 78,00    
Por: R$ 62,40 + Envio   Comprar
Num. de Pág. 136   Categoria: Capa Dura
O amanhecer e o pôr-do-sol têm sido temas de fotos desde os primórdios da fotografia, devido à beleza que esses fenômenos diários da natureza proporcionam aos seus espectadores. São momentos únicos, porque mesmo acontecendo diariamente, nunca são iguais. Momentos esses envoltos de romantismo, que atraem casais enamorados para observá-los. E o que dizer então da beleza do amanhecer e do pôr-do-sol nos recantos do Rio, a cidade maravilhosa, e sua vizinha Niterói? Não temos palavras para defini-los. Fiquem com as imagens registradas pela sensibilidade do fotógrafo Sid Bond, que se dedicou de corpo e alma a eternizar esses momentos.

“Pode existir algo mais cartão-postal do que fotografias da aurora e do pôr-do-sol? Pois Bond, Sid Bond, não cai nessa armadilha. Suas imagens vão além do lugar-comum e exploram as verdadeiras ferramentas de um fotógrafo amadurecido: luz e cor, quando ele brinca com a iluminação da cidade e a luz do céu, combinando-as em interessantes jogos de temperatura de cor; belas composições, usando silhuetas, reflexos e os elementos pictóricos de linha e forma; texturas, como na imagem das línguas de areia na beira-mar e dos planos das montanhas do Rio observadas de Niterói; clima e atmosfera, como na foto do gato com os olhos rutilantes de seu flash eletrônico ou o barquinho imerso na bruma da manhã.” – Luiz Marigo, fotógrafo especializado em Natureza (extraído do texto de orelhas).

O fotógrafo

Sid Bond, fotógrafo e engenheiro de telecomunicações, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em junho de 1953 e cresceu em Barra Mansa/RJ. Desde a infância, a fotografia o fascina. A partir de 2002, passou a documentar o momento mágico do nascer do Sol e, em atividade geminiana, tem participado de várias exposições individuais e coletivas, com uma produtividade admirável.

O nascer e o pôr-do-sol são temas recorrentes em seu trabalho. O “Violão Carioca”, reflexo do Pão de Açúcar nas águas da Baía da Guanabara ao alvorecer, é um de seus ícones. Outros olhares, porém, habitam sua eclética obra, como o registro de festas populares e a beleza da fauna e da flora, especialmente na “tríplice divisa” entre Rio de Janeiro (Quatis), Minas Gerais (Passa Vinte) e São Paulo (Bananal), durante suas cavalgadas pela região. Suas fotos já lhe renderam diversos prêmios.

Epístolas ao Peixe
Hélio de Almeida Fernandes
Projeto gráfico: Luciana Gobbo e Sérgio Carvalho
De: R$ 40,00    
Por: R$ 32,00 + Envio   Comprar
Num. de Pág. 272   Categoria: Brochura
Os catorze contos que compõem Epístolas ao peixe nos trazem sensações bem diferentes: uns são imprevisíveis, alguns fazem rir, outros são sérios e um tanto cruéis, carregados às vezes de humor negro. A grande variedade de temas permitiu dividir o livro em três partes:

A primeira, Feminae, é dedicada às mulheres. No primeiro conto, “Não me leve a mal, amor, mas preciso que você morra”, a narração é sofisticada e o desfecho é surpreendente. Em “O gambito do bispo preto”, um experiente e vitorioso jogador de xadrez naufraga inapelavelmente diante dos artifícios de uma bela mulher. Já em “Estranhos caminhos do Senhor”, vemos a mão de Deus trabalhar furtivamente para realizar em Mizael o milagre da vocação insuspeita. Em “Reencontro”, a dor da perda da mulher amada deságua numa crítica política. “O tablado do amor” revela uma armação entre dois amigos, freqüentadores da zona boêmia da cidade do interior. Já o “Arrependimento” é uma narração neurotizada de um casal de amantes neuróticos. E, fechando essa primeira parte, Hélio de Almeida convida o leitor a passear com ele nas peripécias de “Em busca da mulher perdida”: uma evocação das mulheres que ficaram perdidas no passado de um homem que agora, já maduro, tenta reencontrá-las para reacender velhas paixões.

A segunda parte, chamada Quotidie, aborda o cotidiano em três histórias: “O dedo do morto”, sobre um homem bom, corajoso e religioso, mas que tinha pânico de ser enterrado vivo. Em seguida, “Os filhos do cachimbo da cobra”, uma narrativa singela de um herói da FEB, tão despretensiosa como seu personagem, José da Silva. E, por último, temos “Encontro de família”, em que três divertidas histórias paralelas se desenrolam dentro da história principal.

As três histórias que compõem a terceira parte – Pax e Bellum – falam da humanidade. A primeira,”Bomau”, aborda a convivência do bem e do mal; a segunda, “O congresso dos sábios demiurgos” é um hino à descrença de que o mundo ainda poderá tomar jeito. E a terceira e última, “Hacéldama”, narra uma parte da trajetória da última moeda das trinta que Judas teria recebido por sua hipotética delação.

O livro tem 55 artigos, que foram agrupados em seis partes: Prática médica, Política de saúde, Ética, Uma trilogia, Filosofia médica e Consciência cidadã. No início, o autor traça um panorama da área da Saúde, que se rendeu ao dinheiro. Os textos finais fazem um alerta sobre a cidadania (ou a falta dela) nos dias atuais. Os artigos podem ser lidos em ordem aleatória, a critério do leitor.

O autor

Hélio de Almeida Fernandes nasceu no ano de 1935. Fez graduação e licenciatura em Letras Neolatinas e em Direito. Lecionou na Fundação Getúlio Vargas, na PUC-RJ, na Escola Superior de Propaganda e Marketing, na UFF e no programa de pós-graduação em Engenharia Econômica da Uerj. Foi também professor visitante da Universidade de Lima, no Peru e da Universidade do Porto, em Portugal.

Sua vocação para a criação literária é antiga, tendo publicado sua primeira poesia em 1954. Três anos depois, recebeu o primeiro lugar no Festival de Poesia Inédita do Distrito Federal. Foi premiado no concurso de contos Lygia Fagundes Telles, do Ministério da Educação, no ano de 1990. Em 2000 publicou, pela editora Bom Texto, Tango, uma possibilidade infinita, considerado pela crítica um dos melhores livros escritos sobre o tema. Atualmente prepara os originais de Lua alta e os cavalos noturnos – o penúltimo nome de Deus, romance histórico.

   

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